A médica do trabalho Margarida Barreto, uma das principais especialistas em assédio moral no País, compara o descaso com a saúde do trabalhador a um "homicídio culposo corporativo". Para ela, as metas cada vez mais inatingíveis e a pressão exercida no ambiente de trabalho levam a um número cada vez maior de casos de doenças mentais e a ideação suicida. Estes itens, segundo ela, merecem mais atenção da sociedade.
A pesquisadora do Núcleo de Estudos Psicossociais de Exclusão e Inclusão Social da Pontífice Universidade Católica de São Paulo (Nexin/PUC-SP) foi uma das formuladoras do conceito sobre assédio moral durante sua trajetória acadêmica em Psicologia Social. Para ela, a prática do assédio moral exige sindicatos cada vez mais combativos no discurso e na prática.
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